É uma situação que, se não existe, podia existir… E que, se existisse (apesar de ninguém estar a dizer que exista), poderia levar a mal-entendidos chatos.
Estou, portanto, a falar da situação do título. Pode haver (não estou a dizer que haja) médicos que se sentem fascinados pelo conceito, mecanismo, e importância social, etc. da doença (de maneira geral). Fascinados pela comunicação que existe entre os diferentes elementos do organismo, da influência de factores externos, de tudo, basicamente… talvez viessem a “venerar” a doença… (parece parvo, mas é importante para a piada…)
Ora… imagine-se que um desses (hipotéticos) médicos tinha um paciente com uma doença minimamente aborrecida (nada de grave, vá…).
Correr-se-ia o risco desse médico dizer qualquer coisa como:
“É uma doença. Venere-a!”
E aí haveria grande risco de um triste mal-entendido… …
P.S. Piada não-minha… é doutro fulano que se faz chamar de Laharl…