Bem, há não muito tempo, sofri de uma pequena doença. Vejam lá que só se ouvia falar inglês, o tempo andava sempre farrusco, volta e meia via-se um kilt e bebia-se cerveja (ale e guiness, não essa lagerzeca que a malta mais fraca bebe em Portugal) em copos de gente.
Afinal não era doença, era deslocação geográfica. Parece que fui mesmo a 2 dos países que constituem o Reino Unido: Inglaterra (aqui se percebe metade do título, com uns quantos urros de desespero e vontade de cometer homicídio à mistura. Façam-no à vontade, mas aviso já que a culpa não é minha) e Escócia.
Entre o maior e melhor hamburguer que já comi, haggis, pints de guiness, virgens e outras coisas giras, deparei-me com uma pequena ocorrência algo… idiota, digamos.
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Bem, vejam lá que eles também têm bicicletas por lá. Aliás, até têm estradas para elas. Em tudo quanto é sítio. E bem sinalizadas, ainda por cima.
E, como boa gente que são, têm aqueles apetrechos metálicos (que numa certa escola portuguesa se situam no EXTERIOR do recinto da dita cuja, ao abrigo de qualquer tipo de vigilância possível e imaginária) que servem para estacionar os velocípedes quando estes não são necessários. Bem, um certo indivíduo (presumo eu que seja humano) usufruiu de uma destas estruturas a determinada altura do dia em que me encontrava na cidade de York (sim, agora já sabem porque é que uma certa cidade americana bastante popular tem o nome que tem: os colonos andavam sem ideias).
Algum tempo depois, outro indivíduo sentiu a súbita necessidade de utilizar o veículo por uma qualquer razão que desconheço. Este outro indivíduo não se encontrava na posse dos meios necessários de neutralização do vulgar cadeado que mantinha a bicicleta onde o dono a tinha colocado. Ninguém aqui duvida que os ingleses sejam mais avançados que nós em termos tecnológicos, mas não posso deixar de estranhar e duvidar do método utilizado para libertar o veículo em questão das respectivas amarras. Tirei uma fotografia para vos elucidar porquê.
A pequena imagem que é, convenhamos, o cerne de todo o post, já que o que aqui estou a escrever não passa de meia-dúzia de electrões cuja função é interagir com o exterior, aparecerá daqui a alguns caracteres de texto.
Bem, cá vai:

Sei que alguém terá ficado muito surpreendido quando viu isto. Eu sei que eu fiquei!
(PS: eu era para ir jogar, mas tenho um download a fazer e, como faltava menos de meia-hora para acabar, vim deixar mais um post no blog)
Um post de jeito heim?? Que fixe. Bem… Coitado do homem, perder a bicicreta assim. É a viding.
Bem, a imagem está gira. Digna de um “Inglaterra no seu melhor”, sem dúvida.
Parece que afinal os ingleses sempre fazem tudo ao contrário…